Para RH, SESMT, CIPA e lideranças entenderem o que a NR-1 exige sobre fatores psicossociais e por onde começar. Com a Dra. Luciana Baruki, médica e Auditora-Fiscal do Trabalho há quase 20 anos.

“Transformou a forma como a nossa organização enxerga o tema.”
A atualização da NR-1 pela Portaria MTE nº 1.419/2024 incluiu expressamente os fatores de risco psicossociais relacionados ao trabalho no Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO). Sobrecarga, metas abusivas, falta de autonomia, conflitos, assédio e violência passam a ter o tratamento de qualquer outro risco: precisam ser identificados, avaliados, controlados e acompanhados no PGR.
O desafio da maioria das empresas não é saber que a norma mudou. É entender o que conta como fator psicossocial na própria operação, quem precisa participar da avaliação e quais medidas fazem sentido. A palestra dá a lideranças e equipes técnicas uma linguagem comum para começar.
A palestra não substitui o diagnóstico nem as mudanças na organização do trabalho. Ela costuma ser o ponto de partida que falta para que esses passos aconteçam.
O roteiro é ajustado ao setor e ao público, e costuma percorrer quatro blocos.
GRO, PGR e o lugar dos fatores psicossociais no inventário de riscos. O que a norma pede e o que ela não pede.
Sobrecarga, metas, jornada, falta de autonomia, conflitos, assédio e violência: como aparecem no dia a dia e como reconhecê-los.
Como envolver os trabalhadores, que medidas de controle fazem sentido e como acompanhar os resultados ao longo do tempo.
Como gestores e CIPA podem prevenir, acolher relatos e encaminhar casos de assédio e de adoecimento.
De 90 a 120 minutos, com tempo para perguntas.
Presencial ou online, em todo o Brasil.
Governo, cooperativas, sindicatos e empresas privadas nacionais e multinacionais.
RH, SESMT, CIPA, compliance e lideranças de todos os níveis.

Luciana Veloso Baruki é Auditora-Fiscal do Ministério do Trabalho e Emprego há quase 20 anos e responsável pelas primeiras fiscalizações de assédio moral no Brasil. Atualmente coordena o Programa de Fiscalização do Trabalho Infantil no Estado de São Paulo.
É médica, pós-graduada em saúde mental e psiquiatria, Mestre e Doutora em Direito Político e Econômico pelo Mackenzie, e criadora do perfil @assedionet, referência nacional em conscientização sobre riscos psicossociais.
“A palestra da Dra. Luciana transformou a forma como nossa organização enxerga o tema. Linguagem firme, acolhedora e absolutamente prática.”
“Uma das poucas profissionais no Brasil que une rigor jurídico, vivência médica e inteligência comunicacional sobre o tema.”
“Convidamos a Luciana três vezes. Todas as vezes, feedback nota 10. O conteúdo é profundo sem ser inacessível.”
Ajuda como parte do plano. A capacitação de lideranças, RH e CIPA é uma das medidas que a empresa pode registrar no plano de ação do PGR. Ela não substitui a identificação e a avaliação dos riscos nem as mudanças na organização do trabalho.
Ela explica o que é o inventário, que tipo de fator deve aparecer nele e quem precisa participar da avaliação. A elaboração do inventário da sua empresa é um trabalho técnico que continua com o SESMT ou com a consultoria responsável pelo PGR.
Para RH, SESMT, CIPA, compliance e lideranças de órgãos de governo, cooperativas, sindicatos e empresas privadas nacionais e multinacionais.
De 90 a 120 minutos, presencial ou online, em todo o Brasil.
Sim. Os exemplos e a ênfase mudam conforme o setor, o porte e o momento da organização, e isso é alinhado antes do evento.
O valor é definido sob orçamento, conforme formato, duração, público e deslocamento.
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