Para gestores que cobram resultado sem cruzar a linha do assédio e querem reconhecer cedo os sinais de burnout. Com a Dra. Luciana Baruki, médica e Auditora-Fiscal do Trabalho há quase 20 anos.

“Transformou a forma como a nossa organização enxerga o tema.”
Boa parte dos casos de assédio moral envolve relação hierárquica, e muitos quadros de esgotamento nascem de metas, jornadas e formas de cobrança definidas por quem lidera. Ao mesmo tempo, é o gestor quem primeiro percebe que alguém não está bem e quem pode interromper um conflito antes que ele vire afastamento ou processo.
Por isso o gerenciamento dos fatores psicossociais exigido pela NR-1 passa necessariamente pela liderança. Não basta o RH saber o que é assédio: quem cobra, avalia e distribui tarefas precisa saber onde está a linha. A palestra trabalha, com exemplos concretos:
O roteiro é ajustado ao nível hierárquico e à cultura da organização, e costuma percorrer quatro blocos.
Onde está a linha entre exigir resultado e assediar, com exemplos de condutas que parecem gestão e configuram abuso.
Sinais precoces de esgotamento, causas ligadas à organização do trabalho e o que o gestor pode mudar.
Como acolher, não retaliar, encaminhar ao canal certo e preservar a apuração.
O papel do gestor no gerenciamento dos riscos psicossociais e as responsabilidades da empresa.
De 90 a 120 minutos, com tempo para perguntas.
Presencial ou online, em todo o Brasil.
Governo, cooperativas, sindicatos e empresas privadas nacionais e multinacionais.
Diretoria, gerência, coordenação e supervisão, além de RH e business partners.

Luciana Veloso Baruki é Auditora-Fiscal do Ministério do Trabalho e Emprego há quase 20 anos e responsável pelas primeiras fiscalizações de assédio moral no Brasil. Atualmente coordena o Programa de Fiscalização do Trabalho Infantil no Estado de São Paulo.
É médica, pós-graduada em saúde mental e psiquiatria, Mestre e Doutora em Direito Político e Econômico pelo Mackenzie, e criadora do perfil @assedionet, referência nacional em conscientização sobre riscos psicossociais.
“A palestra da Dra. Luciana transformou a forma como nossa organização enxerga o tema. Linguagem firme, acolhedora e absolutamente prática.”
“Uma das poucas profissionais no Brasil que une rigor jurídico, vivência médica e inteligência comunicacional sobre o tema.”
“Convidamos a Luciana três vezes. Todas as vezes, feedback nota 10. O conteúdo é profundo sem ser inacessível.”
Cobrança legítima é ligada ao trabalho, proporcional e feita com respeito. Assédio moral é a exposição repetida a situações humilhantes ou constrangedoras, como humilhação pública, isolamento, metas impossíveis usadas como punição e esvaziamento de funções.
Sim. Trata dos sinais precoces, das causas ligadas à organização do trabalho e do que o gestor pode fazer, considerando que a CID-11 classifica o burnout como fenômeno ocupacional (código QD85).
Acolher sem julgar, não expor nem retaliar quem relatou, encaminhar ao canal ou à área responsável pela apuração e registrar o que foi feito. A palestra detalha cada passo.
Para lideranças de órgãos de governo, cooperativas, sindicatos e empresas privadas nacionais e multinacionais, da supervisão à diretoria.
De 90 a 120 minutos, presencial ou online, em todo o Brasil.
O valor é definido sob orçamento, conforme formato, duração, público e deslocamento.
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